domingo, 24 de outubro de 2010

"Faz mt tempo q eu ñ escrevo nda, axo q foi pq a tv ficou ligada..." Gutemberg

(sem título)
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Ao olhar o horizonte via tudo muito calmo, a fauna e a flora na mais completa harmonia
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Da flor era roubado o pôlen e o beija-flor tinha a sua fome saciada
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A mãe que amamentava o seu filho têm suas pupilas dilatadas na felicidade compartilhada com sua cria
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Uma forte chuva cai, e ao mesmo tempo em que o rio transborda na casa de Maria, revela uma nova colheita na terra do João.
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O ambíguo, o improvável, o escaço e as paixões com flores e chocolates, os confete e as possíveis ilusões
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A verdade misturada com a mentira, a omissão acorbertada com flores e os espinhos que ferem pouco, mas a dor incomoda
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A vida, o destino, a surpresa do que não posso ver, a onda que nao percebo e me arrasta para areia
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Alucino, me embriago de tanta informação e o mundo não pára no meio dos meus devaneios, eu sigo e bebo o que me está posto na hora
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A iminencia de um possível final da poesia me encanta enquanto o medo do fim da vida deixa olheiras nos meus olhos
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Eu sigo procurando entender o meu destino, ao mesmo tempo em que o escrevo e tento entender tudo oq há ao meu redor
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A poesia acaba, o mundo não pára enquanto eu escrevo, ele nao há de parar também quando o meu corpo já nao mais fizer sombra...
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Por Thais Araújo

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